A maioria dos brasileiros das classes A e B superaram o temor da maioria nas classes mais baixas na utilização de aplicativos para operações bancárias, especialmente na relação com os serviços online em dispositivos móveis. Em estudo do Collinson Group com 6.125 consumidores que possuem entre 10 a 15% dos salários mais altos da Austrália, Brasil, China, França, Hong Kong, Índia, Singapura, Reino Unido, EUA e dos Emirados Árabes Unidos, constatou que 84% dos consumidores da elite econômica brasileira (classes A e B) já utilizam aplicativos para serviços bancários e financeiros. No ano de 2014 este número era de 78%.  

Mais do que isso, a pesquisa mostrou que mais da metade, 56%, têm preferência por atividades online ou nos dispositivos móveis para resolver assuntos bancários. Na contramão, 44% ainda preferem ir até às agências ou utilizar o telefone.

Mais dados sobre a pesquisa

  • 9% fazem pagamentos digitais sempre que possível;
  • 74% dizem que o mobile banking é extremamente importante;
  • 74% citam uma boa experiência digital como fator importante na fidelidade à marca;
  • 63% usam carteiras digitais (incluindo Apple Pay, Google Wallet ou PayPal), um risco para as marcas de serviços financeiros;
  • 79% dizem que se sentem leais ao seu banco;
  • 73% afirmam esperar recompensas e reconhecimento por esta fidelidade;
  • 43% não acreditam que os bancos ofereçam recompensas ou reconhecimento por sua fidelidade.

Investimentos dos bancos

Como não podia ser diferente, os bancos percebem o comportamento de seu público e lança medidas para criar fidelização. As instituições bancárias estão, literalmente, lutando para atender a enorme expectativa de seus clientes das classes mais altas em prol de um serviço eficiente online.

No entanto, mesmo com grande investimento em modernização, os bancos brasileiros ainda carecem no serviço de fidelização, que não seguem o mesmo ritmo dessa modernização. Caso isso não mude, o sistema como um todo irá gerar insatisfação de seu público.

E o exemplo que vem dos bancos de fora, demonstram programas de fidelização muito além dos usuários de cartões de crédito, mas de qualquer segmento, têm a opção de pagar por produtos em lojas de varejo diretamente com pontos. Neste momento, soluções dessa natureza apenas se iniciam no Brasil.

O que isso representa para o e-commerce nacional?

Quando dados sobre as classes mais altas do país indicam preferência crescente por resoluções bancárias via online e dispositivos móveis, isso demonstra o avanço inevitável das compras dos consumidores realizadas no e-commerce e não somente nas lojas físicas, como ainda é predominante no varejo nacional.

A Black Friday 2016 que se avizinha deve comprovar essa tendência, com um número recorde de compras realizadas no e-commerce e por meio de dispositivos móveis.

Para que o seu negócio não fique para trás, recomendamos que consulte nossos artigos sobre e-commerce e mobile e, caso deseje, entre em contato com a Agência 3xceler para mais informações.